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Sábado, 10 de Maio de 2008

"O que é feito da Alma desta gente?

Ultimamente tenho-me colocado inúmeras vezes esta questão, e o que concluo é que muiotas pessoas desconhecem ter Alma. A Alma encontra-se adormecida, e ainda não houve algo que a despertasse, talvez sejam ainda madeira verde, e como tal, o fogo não desempenha a sua função, ou quiçá, o Alquimista que existe dentro de cada um de nós ainda não começou a desempenhar o seu papel. Cabe a cada qual encontrar algo que despolote esta necessidade de crescimento da Alma, por certo haverá muitos meios de o fazer, eu acho interessante esta necessidade ter despoletado com a Filosofia.

Esta vontade de conhecimento interior, começou enquanto frequentava um curso de filosofia na Nova Acrópole há alguns anos, quando falávamos de obras como o "Bhagavad Gitâ", onde aprendi a superar os meus Kuravas e a enaltecer os Pandavas que existiam em mim, que é o mesmo que falar nos Kuravas como sendo os anseios, os medos da nossa personalidade, e os Pandavas como sendo as nossas virtudes, ou seja, o melhor de cada um. Com a "Voz do Silêncio" de Helena Petrovna Blavatsky, aprendi a importância de ter um "mestre" que nos ajuda a percorrer o Caminho, que está presente nos momentos que mais oprecisamos, não para resolver as coisas por nós, mas simplesmente para marcar a sua presença e dizer: "Aconteça o que acontecer eu estarei sempre presente.", estes mestres, aparecem-nos muitas vezes como pessoas amigas, como parentes, ou até como um herói a quem nós admiramos e temos como modelo de vida, mas o objectivo, é conseguirmos paulatinamente chegarmos a ser mestres de nós próprios, e isto acontecerá quando conseguirmos ouvir essa voz do silêncio, a voz da consciência, ou até e porque não a voz da Alma. Temos que, antes de mais, aprender a calar os sentidos pois só então conseguiremos ouvir esta Voz. Quando isto acontecer, não pensem ter atingido o objectivo, não, o Caminho apenas começou.

Agora, falo para os que pensam: "Se eu fosse mais jovem, talvez ainda desse inicio a este caminho, agora, agora já é tarde!", para estas pessoas como disse Jorge Angel Livraga Rizzi, um grande filósofo, "Sempre se está a tempo de reagir e viver a verdadeira juventude, a juventude primaveril da Alma.", pois a Alma não tem idade, como tal somos todos jovens.

É impressionante como se aprende tudo isto com a Filosofia!

 


publicado por Psiqué às 10:26

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1 comentário:
De hermeticum a 14 de Maio de 2008 às 22:58
Um aspecto que me parece da maior importância quando falamos de Mestres, e obrigatóriamente de discípulos, é o tipo de união que se estabelece entre os dois.
Do que pude aprender da minha ainda curta vida, a ligação entre discípulo e Mestre é sem duvida a que mais se poderá relacionar com a Alma. Sentimos algo inexplicável, algo que transcende a própria carne, algo que nos enche o coração de amor, o verdadeiro Amor. Penso que é este o verdadeiro Amor porque é uma ligação sem egoísmos, sem "pausas", sem "sede" dos impulsos. É algo que se sente como sendo maduro, algo que vem nitidamente de trás. É como se bastasse olhar nos olhos da pessoa que consideramos como nosso Mestre, para sentirmos outros tempos, tempos esses que não conseguimos alcançar através da memória.
É bom sentirmo-nos discípulos, acima de ser por sentirmo-nos "amparados", é por sentirmo-nos amados.


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