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Sábado, 6 de Setembro de 2008

Desabafo da Alma

 

 

Felicitações!

Hoje, enquanto fazia um trabalho de perícia e paciência que me foi solicitado, surgiu-me um pensamento: “Porque é a rotina perigosa?” Eu creio que este pensamento me surgiu pois havia já algumas horas que eu me encontrava a fazer a mesma coisa, no inicio, pensei fazer este trabalho pois era uma oportunidade de aprender a fazer algo que desconhecia e ao mesmo tempo me despertava interesse, é realmente um trabalho interessante, no entanto, há que ter o cuidado de não deixarmos que as coisas que mais gostamos de fazer se tornem dolorosas, sei perfeitamente que muitas vezes, apesar de gostarmos do que fazemos, queremos simplesmente que termine. Hoje tive que afastar este pensamento da minha mente, e substitui-lo por algo assim: “Não te esqueças que gostas daquilo que fazes, esquece o prazo, e usufrui. Relaxa!” E foi o que fiz, parei uns minutos, ouvi uma boa música, e resolvi escrever este pequeno desabafo da Alma.

Não podemos deixar que a rotina nos consuma, esta é um grande inimigo da nossa Alma, devemos deixar as coisas fluírem, devemos fazê-las com umas gramas de amor e dedicação, e se assim for, cresceremos com elas. Há que estar atentos aos nossos pensamentos, pois estes são manifestações da Alma. Hoje, apercebi-me que começo a estar atenta às suas inquietações, caso contrário, não teria tido a noção de que estava a deixar cair na rotina algo que gosto de fazer.

O facto de cada vez me conhecer melhor, mais do que isso, o facto de aos poucos eu começar a escutar a voz do meu interior, deve-se a algo que eu aprendi na Nova Acrópole, que foi: “Devemos colocar a personalidade ao serviço da Alma, pois nós somos uma Alma com um corpo e não um corpo com Alma. Sendo assim, devemos dar particular interesse ao nosso crescimento interior, mais do que à nossa personalidade, personalidade vem do grego “persona” e significa máscara, há semelhança dos disfarces de carnaval, também a nossa Alma tem uma máscara, que é a nossa personalidade, não nos devemos apegar em demasia a ela, pois quando a quisermos substituir por alguma melhor, poderá acontecer-nos como ao Cavaleiro da armadura enferrujada que se apegou demasiado à sua armadura que quando quis tirá-la não conseguiu, teve portanto que recorrer a ajuda externa. Só tenho a agradecer à Nova Acrópole que através das suas aulas do curso de Filosofia e Metafísica do Oriente e Ocidente e de algumas conferências e tertúlias me tem proporcionado construir o meu caminho na direcção correcta.

Agora que fiz este pequeno desabafo da Alma sinto que posso voltar a colocar mãos à obra!

Até um dia destes!

 

 


publicado por Psiqué às 22:28

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