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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Um exemplo de Amor, Fraternidade e Liberdade


Hoje estava a ler uma espécie de mini revista da Assoniação Cultural Nova Acrópole quando  encontrei algo que gostaria que gostaria de partilhar convosco. Achei interessante porque a última vez que escrevi, planeava escrever um dia sobre este tema, "Fernão Capelo Gaivota" pois creio ser realmente um exemplo de vida, devido à sua perseverança, força interior, mas acima de tudo devido à vontade, ingrediente essencial para a libertação da alma. Não vos maço mais com os meus comentários, deixo-vos antes disfrutar desta reflexão filosófica:

 

 

   "Fernão Capelo Gaivota, uma das mais emblemáticas obras de Richard Bach, uma obra plena de amor, fraternidade, profundidade e liberdade.

   Fernão Capelo Gaivota traz-nos uma mensagem de motivação, amor e liberdade; Revela-nos a importância do esforço pessoal e a luta constante na busca da superação e do êxito.

   Se voarmos com Fernão Capelo Gaivota, experimentamos uma viagem emocionante que nos leva à liberdade, à realização pessoal e ao desejo de voar sem ataduras e limites.

   Acredito que esta história é uma metáfora do ideal supremo do ser humano e do alcance da perfeição mediante a realização de cada um, ou seja, fazendo uma analogia, Fernão não é mais que um ser, que quer fazer algo diferente dos demais.

   Ele não quer o que todos os outros querem, não deseja o que todos os outros desejam, e não pensa o que todos os outros pensam. Fernão quer seguir o seu próprio caminho, quer construir ladrilho a ladrilho o seu próprio caminho. Devido a esta vontade de não ser apenas mais uma gaivota que voa somente em busca de comer, Fernão foi afastado, pois, tudo o que ruma contra a maré na qual a sua comunidade está inserida, é catalogado de diferente, estranho, esquisito, irresponsável e uma infinidade de nomes mais. Podemos pensar que seria muito mais fácil e cómodo seguir as massas, mas sendo assim, seríamos autênticos autómatos, esperando ser comandados. Então, porque não ser como Fernão Capelo Gaivota, para poder fugir à rotina do quotidiano? Buscar a maneira de expressar e realizar as nossas aspirações e desejos mais profundos, aprender por nós mesmos, com os nossos erros, e dia a dia, aperfeiçoar-nos um pouco mais, motivar-nos com os nossos desejos, com os nossos ideais, até que finalmente, realizemos algo que sabemos que está bem feito, e que acima de tudo, nos faz sentir bem, nos faz sentir livres. Mas não só, não basta buscar um ideal, a perfeição, há que trabalhar incansavelmente para os atingir. Devemos estar cientes que um caminho não é só feito de vitórias, há também muitos fracassos, muitas dúvidas, muitos medos que tentarão desviar-nos desse mesmo caminho e, tal como Fernão, não podemos esquecer o objectivo a que nos propusemos e devemos seguir o caminho que nos conduz rumo a ele perseverantemente.

   Fernão Capelo Gaivota, também aprende, porque quer ensinar os demais a serem melhores, a atingir o que ele atingiu, quer ensinar-nos que cada um de nós é uma realidade ilimitada de liberdade, e que todo o nosso corpo, de uma ponta à outra não é mais que o nosso próprio pensamento, ou seja, que a nossa atitude deve começar por aí mesmo, devemos admitir que somos livres de ataduras e que podemos ser os construtores do nosso próprio caminho. Sendo assim, considero Fernão Capelo Gaivota um Filósofo, aquele que ama a sabedoria, o conhecimento. É um filósofo porque para além de amar a sabedoria, tem sagacidade pelo saber, quer saber sempre mais, busca o porquê das coisas e sente a necessidade de o aplicar e transmitir.

   Assim como Fernão, também nos deveríamos encher de sentimentos belos, de um ideal de fraternidade, onde não há pobres nem ricos, negros nem brancos, onde há sim, seres que, juntos, constroem o caminho que levará a um Mundo Novo, a um mundo melhor.

   Então, façamos de Fernão Capelo Gaivota o nosso tesouro motivador, e guardemo-lo no nosso coração, pois como este é a força vivificadora do nosso corpo, também Fernão Capelo Gaivota possa ser a força vivificadora que nos impulsionará na direcção dos nossos desejos mais profundos."

 

Um verdadeiro exemplo de vida, para ficarem a conhecer melhor a vida desta personagem, não deixem de ler "Fernão Capelo Gaivota".

Boa leitura!


publicado por Psiqué às 20:29

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Poderá existir tarefa mais nobre do que libertar a nossa própria alma?

 

Foi assim que terminei a minha última reflexão, e sem dúvida tenho reflectido sobre ela, e de alguma maneira tenho trabalhado nesse sentido. É sem dúvida um trabalho árduo, que exige muitas vezes esforço e sacrifícios, mas se assim não fosse, não surtiria efeito, pois o que é realizado com algum esforço ou sacrifício é digno de alimentar a nossa alma.

Tem que haver vontade, a vontade é a força que anima a alma, muitas vezes sentimo-nos cansados, sem ânimo, fartos de tudo, e esquecemos esta vontade que temos de crescer.

 Não nos podemos esquecer, que depende de nós, se seguimos em frente, se recuamos, ou se simplesmente paramos.

que ser-se filósofo e nunca parar, pois como ouvi um dia o Director Nacional da Nova Acrópole de Portugal dizer, “Parar é recuar!”, recuar não no caminho físico, mas também no espiritual, pois a alma tal como o corpo, precisa de alimento regular. Pensemos, “O que me aconteceria se eu não me alimentasse durante uma semana?” Pois com a nossa alma aconteceria o mesmo, não basta viver do trabalho, mesmo que nos sintamos recompensados economicamente e não , temos que saber, que quanto mais trabalhamos a nível material, mais nos afastamos do caminho, nada é bom em excesso, mesmo que nos pareça que sim, tal como disse Buda na sua parábola da tocadora de vina, “A corda frouxa nãosom, e se está muito tensa quebra as nossas esperanças, no justo meio é quando nos dá a sua harmonia.”

Deixo-vos uma pequena lista de alguns livros que considero verdadeiro alimento para a alma, espero que possam ler alguns:

  • “Ankor, o príncipe da Atlântida” de Jorge Angel Livraga Rizzi
  •  “Principezinho” de Antoine Saint Exupéry
  • “Fernão Capelo Gaivota” de Richard Bach
  • “O cavaleiro da armadura enferrujada” de Robert Fisher

Estes são alguns dos livros que me despertaram para o verdadeiro sentido da vida.

Sinto que vos serão úteis!


publicado por Psiqué às 21:22

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